25/10/2014

AÉCIO VAI DEMITIR DIRETORIA DA PETROBRAS, SE ELEITO

CANDIDATO TUCANO AFIRMA QUE, SE GANHAR ELEIÇÕES, VAI DEMITIR DIRETORIA DA PETROBRAS

aecio debate globo by andre mourao
Candidato tucano quer demissão de toda a diretoria da Petrobras (Foto: André Mourão)
Em entrevista coletiva concedida depois do debate presidencial da TV Globo, nesta sexta-feira, 24, o candidato do PSDB, Aécio Neves, disse que “este governo protagonizou alguns dos maiores escândalos de corrupção da história do Brasil” e prometeu, se eleito, demitir toda a diretoria da Petrobras, estatal que está no centro de denúncias de desvio de dinheiro que envolvem empresas fornecedoras e partidos políticos.
“A remoção da diretoria da Petrobrás é imediata (em caso de vitória). Vamos privilegiar funcionários de carreira e profissionalizá-la. Isso serve para os bancos públicos e as grandes empresas nacionais. Os brasileiros vão encontrar no meu governo o resgate da meritocracia”, afirmou o candidato. Para o tucano, “a marca desse governo é do fracasso e da intolerância”.
Aécio voltou a mencionar reportagem da revista Veja segundo a qual o doleiro Alberto Youssef, um dos acusados de participação no esquema da Petrobras, disse em depoimento que a presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva tinham conhecimento dos casos de corrupção na maior estatal do País.
O tucano lembrou que a presidente citou denúncia do ex-diretor da Petrobrás Paulo Roberto Costa de que o ex-presidente do PSDB Sérgio Guerra, já falecido, recebeu propina para evitar investigações da CPI da Petrobrás. “As mesmas fontes que serviram para ela fazer acusações ao ex-presidente do PSDB não servem quando as denúncias são de seu governo”, afirmou. Aécio condenou ação de “vândalos” no edifício da revista, em São Paulo. “Quero deixar o meu protesto contra vândalos que atacaram o prédio do veículo de imprensa”.
Aécio votou a dizer que, se eleito, criará condições para, até o fim do governo, reduzir o centro da meta de inflação de 4,5% ara 3%. “Minha equipe econômica será altamente qualificada, experiente”, afirmou, ao ser questionado sobre quem seria o presidente do Banco Central em um possível governo tucano. “Vamos retomar as medidas necessárias para voltar ao centro da meta de inflação”. A respeito de comércio exterior, afirmou que a China é um dos maiores parceiros comerciais do País e que é importante que a parceria seja mais qualificada. Para o tucano, a política externa do governo atual teve forte viés ideológico.
O candidato reclamou mais uma vez dos ataques dos adversários durante a campanha. “Esta foi a eleição da intolerância, da mentira”, reclamou. Aécio disse lamentar “o nível da campanha dos adversários”. “Foi uma campanha de muitas idas e vindas, chego ao fim da campanha leve, pela certeza de que tive oportunidade de mobilizar o Brasil”, declarou.

Uma imagem que DESMONTA qualquer argumento Petista!!!


Pela primeira vez, médicos transplantam coração sem batimento

Técnica desenvolvida na Austrália reanimou órgãos que ficaram por 20 minutos sem apresentar batimentos

Máquina onde coração que deixou de bater é reanimado  (Foto: Divulgação)Máquina onde coração que deixou de bater é reanimado (Imagem: Divulgação)
Veja
Cirurgiões australianos anunciaram nesta sexta-feira que conseguiram, pela primeira vez, transplantar um coração que já havia deixado de bater, avanço que pode revolucionar a técnica de doação de órgãos. Até agora, médicos utilizavam apenas corações que permaneciam com batimentos, procedentes de doadores com morte cerebral, para realizar transplantes.
No entanto, os especialistas do Hospital Saint Vincent, na Austrália, conseguiram desenvolver uma técnica para "ressuscitar" órgãos cujos batimentos ficaram parados por até 20 minutos. “Nós já sabíamos que, até certo tempo, o coração pode ser reanimado, assim como outros órgãos. Agora, conseguimos fazer isso com a ajuda de uma máquina”, diz o cirurgião Kumud Dhital, professor da Universidade de New South Wales, em Sydney, e um dos membros da equipe.

A trajetória de Aécio Neves, do berço político à campanha presidencial

O candidato do PSDB  à Presidência da República, Aécio Neves (Foto: André Penner/AP)

Ele aprendeu política com o avô Tancredo. Teve uma trajetória de sucesso no Senado e no governo de Minas antes de se lançar candidato à presidência

Uma qualidade unânime sobre Aécio Neves é sua capacidade de conciliar. O diálogo com os adversários foi uma arte que Aécio aprendeu em casa. Durante a ditadura, seu pai Aécio Cunha e seu avô materno Tancredo Neves eram deputados, respectivamente, por Arena e MDB.
Nascido em Belo Horizonte, em 10 de março de 1960, Aécio viveu a primeira infância na Savassi, bairro nobre da capital mineira. Sua casa vivia cheia de crianças que moravam na mesma rua. Jogar futebol era a sua diversão favorita. De seu pai, morto em 2010, Aécio herdou o fanatismo pelo Cruzeiro.
Com a mudança para o Rio, em 1970, Aécio foi morar em Ipanema, no mesmo apartamento em que vive hoje com a mulher Letícia Weber e seus dois filhos bebês. Aécio gostou tanto da cidade que não deixou mais de frequentá-la.
A entrada de Aécio na política se deu pelas mãos do avô. Em 1981, Tancredo preparava sua campanha para o governo de Minas no ano seguinte e convidou. Em 1982, Aécio foi morar com o pai, que havia acabado de se separar de sua mãe e retornado para Minas. Inês Maria casou-se novamente com Gilberto Faria, dono do antigo Banco Bandeirantes, com quem Aécio sempre manteve boa relação.  
Ao lado de Tancredo, Aécio participou da campanha vitoriosa ao governo de Minas. Em seguida, tornou-se espectador privilegiado do processo de redemocratização do país, que teve em Tancredo um de seus artífices. Aécio se tornou conhecido no meio artístico e político e se aproximou de várias celebridades.
Semanas após a alegria com a eleição do avô para Presidência da República no Colégio Eleitoral, em 1985, veio a internação de Tancredo no Hospital de Base de Brasília, um dia antes de tomar posse. Os dias seguintes foram dramáticos para todo o país. Aécio conversava com jornalistas, políticos, médicos e o avô. Nos quarenta dias entre a internação de Tancredo e sua morte, em 21 de abril, Aécio foi um dos coadjuvantes mais atuantes da vida pública nacional.
Após a posse de José Sarney, vice de Tancredo, Aécio foi nomeado diretor da Caixa Econômica Federal, cargo que ocupou por pouco tempo.

Em 1986, Aécio foi eleito deputado federal pelo PMDB com 236 mil votos, um recorde na época. Como deputado constituinte, foi um dos autores da emenda que instituiu o direito de voto aos 16 anos.  Após se reeleger deputado em 1990, Aécio decidiu participar de sua primeira eleição majoritária. Disputou a prefeitura de Belo Horizonte em 1992. Não chegou sequer ao segundo turno.
Aécio passou quase toda a década de 1990 casado com Andrea Falcão, mãe de sua filha Gabriela, de 23 anos. Aécio mantém relação de amizade com Andrea. Como governador de Minas, ensaiou com ela uma reaproximação que não vingou. Em 1999, pouco depois de sua separação, conheceu aquele que hoje é um de seus maiores amigos, o empresário Alexandre Accioly, e se tornou frequentador assíduo de festas no Rio de Janeiro. Foi nesse período que Aécio ganhou fama de sedutor e boêmio. A ex-miss Brasil Natália Guimarães e a atriz Ana Paula Arósio entraram na lista de conquistas amorosas de Aécio na qual também consta um sem número de modelos.
Para a fazenda de Cláudio (MG), que se tornou celebre nessas eleições por causa do aeroporto construído pelo governo mineiro na antiga propriedade um tio-avô, Aécio vai sempre que pode com os amigos e os primos de Minas. Lá, ele exercita um de seus principais hobbies: cantar.
Em 1997, Aécio assumiu a liderança do PSDB na Câmara, durante o primeiro governo de Fernando Henrique Cardoso. Em 2001, já no segundo governo FHC, Aécio deu um salto político ao se eleger para a presidência da Câmara dos Deputados - uma vitrine que deu lhe grande exposição pública. Durante a presidência de Aécio, a Câmara aprovou medidas para dar maior transparência às atividades legislativas, como a criação do Conselho de Ética. Aécio também presidiu as votações do fim da imunidade parlamentar para crimes comuns e de um projeto que alterava a CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) e estabelecia a prevalência do acordo coletivo sobre a legislação trabalhista, que foi arquivado pelo Governo Lula. Em 2002, foi eleito o político mais influente do Congresso.
No meio de 2002, a convite do então governador Itamar Franco, Aécio lançou-se candidato ao governo de Minas e sagrou-se como o primeiro governador a se eleger no primeiro turno. Com o estado em situação de penúria financeira, Aécio implantou o  choque de gestão, que teve como principal articulador o senador eleitor Antonio Anastasia (PSDB-MG).O estado ostenta a liderança do ranking do Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica) no Ensino Fundamental.
O choque de gestão de Aécio está longe de ser uma unanimidade em Minas Gerais. Um dos principais críticos do governo Aécio é o deputado estadual Rogério Correia (PT-MG). “Algumas das principais características dele são a falta de investimento em infraestrutura e o pouco investimento na área social”, diz.
Em 2006, Aécio foi reeleito governador com mais de 77% dos votos válidos. Pouco depois, conheceu sua atual mulher: a ex-modelo Letícia Weber. Após algumas idas e vindas na relação, eles se casaram no fim do ano passado em uma cerimônia para poucos amigos e familiares. Letícia logo engravidou. Os gêmeos Bernardo e Julia nasceram em junho deste ano.
Em 2010, Aécio deixou o cargo de governador para se lançar ao Senado. Seu índice de aprovação ultrapassava  80%. Saiu daquelas eleições como um grande vencedor. Além de eleger Anastasia no primeiro turno para o governo de Minas, teve uma votação histórica para o Senado e ainda ajudou a levar Itamar Franco, que também compunha sua chapa, na segunda vaga, para Brasília.
Aécio chegou a 2014 como o candidato incontestável do partido à Presidência. Na reta final do primeiro turno, Aécio subiu como um foguete. Sustentado pela maior estrutura do PSDB e por um ótimo desempenho no debate final na TV Globo, Aécio chegou ao segundo turno com mais de 33% dos votos.

Quem venceu o debate da Globo?

Dilma e Aécio em último encontro na TV Globo. Foto: AFP

Dilma e Aécio em último encontro na TV Globo. Foto: AFP
A Rede Globo realizou na noite dessa sexta-feira (24) o último debate das eleições 2014 entre a presidente Dilma Rousseff (PT) e o senador Aécio Neves (PSDB). Os dois se enfrentam nas urnas neste domingo (26); em jogo, o futuro do País pelos próximos quatro anos.
No primeiro turno, os debates entre os presidenciáveis foram fundamentais para definir o resultado da eleição. A pouco mais de 24h da votação, o Blog de Jamildo quer saber, na opinião dos leitores, quem venceu o debate da Globo. Vote na enquete abaixo.
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Total Votes: 12,923

IMPEACHMENT DE DILMA JÁ TEM 636 MIL ASSINATURAS

PETIÇÃO DO IMPEACHMENT DE DILMA JÁ SE APROXIMA DE 700 MIL ASSINATURAS

Dilma e AÈcio participam do ˙ltimo debate antes da votaÁ„o do segundo turno
Dilma Rousseff, candidata do PT, no debate de ontem, na Rede Globo. Foto: Ricardo Duarte/Estadão Conteúdo
Petição de impeachment da presidenta Dilma Rousseff (PT) acumulava no começo da noite desta sexta-feira (24) mais de meio milhão de assinaturas (exatas 575 mil às 19h). Agora, à 01h58, o número já cresceu para 636.598. A petição, no site Avaaz, ganhou fôlego após revelação do doleiro Alberto Youssef à Polícia Federal e ao Ministério Público Federal de que Dilma e Lula sabiam do roubo na Petrobras. A PF suspeita que Youssef “lavou” R$ 10 bilhões.
Em sua propaganda eleitoral na tevê, Dilma optou por desqualificar a revista Veja, que publicou a notícia, ameaçando-a de processo.
Ao afirmar que Veja “não tem credibilidade”, Dilma deveria explicar por que seu governo acredita na revista: é um dos principais anunciantes.
O megadoleiro Alberto Youssef era o caixa do esquema de gatunagem na Petrobras, desmantelado pela Operação Lava Jato.
Youssef e seu “sócio” Paulo Roberto Costa comandavam uma espécie de “banco central” da corrupção, instalado em 2006,

24/10/2014

Pesquisa Eleitoral para Presidente

Sensus - Pesquisa Presidente 2º Turno

Na mais recente pesquisa Istoé/Sensus referente ao segundo turno para o cargo de presidente em 2014, divulgada dia 24 de outubro, Aécio Neves aparece em primeiro com 9,2 pontos percentuais de diferença para Dilma nos votos válidos.

Pesquisa para Presidente da República (Votos Válidos)

CandidatoIntenções de Voto (%)
Aécio Neves (PSDB)54,6%
Dilma (PT)45,4%
É através dos votos válidos que a Justiça Eleitoral chega aos resultados oficiais da eleição, método que exclui da amostra os votos em branco, os nulos e os votos dos eleitores indecisos. Para um candidato ser eleito no segundo turno, ele precisa alcançar a maioria dos votos.

Pesquisa para Presidente da República (Votos Totais)

CandidatoIntenções de Voto (%)
Aécio Neves (PSDB)48,1%
Dilma (PT)40%
Não Decidiu5%
Na pergunta espontânea, onde o nome dos candidatos não são apresentados, Aécio Neves também aparece na frente com 47,8% das citações dos entrevistados, enquanto Dilma vem em seguida com 39,4%. Outros nomes foram mencionados por 0,2%, os indecisos e os que afirmaram que votarão em branco somaram 12,8%.
Questionaram ainda aos entrevistados sobre qual candidato não votariam de forma alguma, onde Dilma foi a mais rejeitada com 44,2% das menções, enquanto Aécio Neves obteve 33,7%.
A pesquisa foi realizada entre os dias 21 e 24 de outubro de 2014 com 2.000 eleitores nas cinco regiões, nos 24 Estados e em 136 municípios brasileiros. A margem de erro é 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos com um nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada do TSE sob o protocolo nº BR-01166/2014 e foi divulgada no site istoe.com.br.

http://www.eleicoes2014.com.br/pesquisa-eleitoral-para-presidente/

Sede da Editora Abril é depredada após matéria da revista Veja


Sede da Editora responsável por publicar a revista Veja é depredada em São Paulo
A sede da Editora Abril em São Paulo teve sua faixada depredada na noite desta sexta-feira (24). As fotos da destruição rapidamente ganharam a internet e se tornaram um dos assuntos mais comentados do Twitter.
Militantes fizeram um protesto em relação a revista Veja desta semana que destaca em seu capa que Lula e Dilma sabiam dos esquemas de corrupção na Petrobras.
Alguns dos principais telejornais na TV fizeram questão de retratar o episódio, inclusive o “Jornal Nacional” da Globo. Confira:

Editora é depredada (Foto divulgação)

MILICIANOS ESPALHAM O TERROR PELO BRASIL

Milicianos chavistas a serviço do PT, estariam espalhando o terror em todo o País. O clima é de muita tensão, com a derrota eminente, a PTralhada entra em desespero e parte para a violência. A sede da revista Veja foi alvo de ataques terroristas na noite desta sexta-feira, 24/10, após a publicação da matéria onde o doleiro Alberto Youssef diz que a dupla Lula e Dilma sabia de toda a roubalheira que acontecia na Petrobras. Ninguém foi preso.


policiais do Raio declaram apoio a Eunício

Supostos policiais do Raio declaram apoio a Eunício. Foto: Reprodução do vídeo
Supostos policiais do Raio declaram apoio a Eunício. Foto: Reprodução do vídeo
Quatro homens fardados, alegando serem policiais do Batalhão do RAIO, publicaram, ontem, em um perfil do Facebook atribuído à Polícia Militar, um manifesto de apoio ao candidato Eunício Oliveira (PMDB) que disputa o governo do Ceará. No vídeo, os supostos policiais que não chegam a mostrar o rosto, fazem duras críticas à gestão de Cid Gomes (Pros) e culpam o governador pelo caos da violência no Ceará.
Eunício c Camilo
Dirigindo-se à população, um dos homens ressalta que a categoria não costuma “se envolver com questões políticas”, contudo, frisa que, no momento, é necessário. “Nós entendemos que o nosso dever é proteger a sua família, a minha família desse mar de sangue que aí está. E a culpa de quem é? Todos sabemos. É do atual governador Cid Gomes”, diz o primeiro suposto policial na gravação, salientando que o governador quer eleger Camilo Santana, que segundo ressalta, tem 19 processos, sendo muito desses, por improbidade administrativa.
Críticas
Um segundo homem afirma que a Polícia Militar visualiza Camilo Santana “como um bandido”, e adverte que categoria não aceitará mais uma gestão “truculenta” e que não ouve os policiais. Na participação de um terceiro policial, o homem destaca a falta do diálogo e respeito com a categoria, o que, segundo pondera, resulta nos altos índices de violência. “Você está satisfeito com a segurança pública que estão lhe dando, com a saúde e a educação?”, questiona.
Greve
Em uma outra publicação no perfil atribuído à PM, os supostos policiais afirmam que entrarão em greve caso Camilo Santana seja eleito governador do Ceará.

Sobre a fala da presidente no horário eleitoral

A resposta de VEJA

http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/youssef-o-planalto-sabia-de-tudo-delegado-quem-do-planalto-youssef-lula-e-dilma


A presidente Dilma Rousseff, candidata à reeleição, ocupou parte de seu horário eleitoral para criticar VEJA, em especial a reportagem de capa desta semana. Em respeito aos nossos leitores, VEJA considera essencial fazer as seguintes correções e considerações:
1) Antecipar a publicação da revista às vésperas de eleições presidenciais não é exceção. Em quatro das últimas cinco eleições presidenciais, VEJA circulou antecipadamente, no primeiro turno ou no segundo.
2) Os fatos narrados na reportagem de capa desta semana ocorreram na terça-feira. Nossa apuração sobre eles começou na própria terça-feira, mas só atingiu o grau de certeza e a clareza necessária para publicação na tarde de quinta-feira passada.
3) A presidente centrou suas críticas no mensageiro, quando, na verdade, o cerne do problema foi produzido pelos fatos degradantes ocorridos na Petrobras nesse governo e no de seu antecessor.
4) Os fatos são teimosos e não escolhem a hora de acontecer. Eles seriam os mesmos se VEJA os tivesse publicado antes ou depois das eleições.
5) Parece evidente que o corolário de ver nos fatos narrados por VEJA um efeito eleitoral por terem vindo a público antes das eleições é reconhecer que temeridade mesmo seria tê-los escondido até o fechamento das urnas.
6) VEJA reconhece que a presidente Dilma é, como ela disse, “uma defensora intransigente da liberdade de imprensa” e espera que essa sua qualidade de estadista não seja abalada quando aquela liberdade permite a revelação de  fatos que lhe possam ser pessoal ou eleitoralmente prejudiciais.

“Vazamento deve ser apurado”, diz advogado de Youssef

Em entrevista ao site de VEJA, Antonio Augusto Figueiredo Basto diz que não pode comentar teor de depoimentos

Crime perfeito: em depoimentos à Polícia Federal e ao Ministério Público, o doleiro Alberto Youssef relatou que as “doações legais” das empreiteiras foram a fórmula criada para esconder a propina
Crime perfeito: em depoimentos à Polícia Federal e ao Ministério Público, o doleiro Alberto Youssef relatou que as “doações legais” das empreiteiras foram a fórmula criada para esconder a propina (BG PRESS/VEJA)
O advogado Antonio Augusto Figueiredo Basto, coordenador da defesa do doleiro Alberto Youssef, disse nesta sexta-feira  que está impedido de se manifestar sobre as declarações de seu cliente. A mais recente edição de VEJA traz uma reportagem revelando que Youssef disse à Polícia Federal e ao Ministério Público que tanto o ex-presidente Lula como a presidente Dilma sabiam do esquema de corrupção na Petrobras. O depoimento foi prestado na última terça-feira na presença de um delegado e de um procurador da República.
 
Basto explicou que, devido ao segredo de Justiça, não pode comentar  o processo de delação premiada de Youssef e nem fornecer qualquer detalhe sobre as declarações do doleiro. “Sobre a reportagem, o que eu disse é que não concordo com o vazamento dos depoimentos. Mas isso, num país que tem imprensa livre, cabe às autoridades investigar quem vazou”, disse o criminalista.  
 
O senhor nega que Alberto Youssef tenha dito que o Lula e Dilma sabiam dos desvios na Petrobras? Eu acho que as minhas declarações estão sendo usadas politicamente. Não posso me manifestar sobre um fato que é sigiloso. Nunca desmenti a reportagem da revista. Eu não posso desmentir um fato sobre o qual não posso me manifestar.
 
Mas o senhor tem conhecimento do teor do depoimento prestado na terça-feira. O que estou dizendo é que não posso confirmar o teor dos depoimentos porque eles são sigilosos.
 
A reportagem de VEJA afirma que as declarações foram prestadas na presença de um procurador e de um delegado. Sobre a reportagem, o que eu disse é que não concordo com o vazamento dos depoimentos. Mas isso, num país que tem imprensa livre, cabe às autoridades investigar. A imprensa é livre para divulgar o que apura, mas não posso me manifestar sobre um conteúdo que é sigiloso, sobre o qual não tenho autorização para falar.  A defesa sabe de tudo que é dito nos depoimentos, mas não se pronuncia nem para desmentir nem para confirmar.

Pesquisa Multidados: Aécio tem 49% da preferência do eleitorado e Dilma 38% em Minas

O material jornalístico produzido pelo Estadão é protegido por lei. Para compartilhar este conteúdo, utilize o link:http://politica.estadao.com.br/noticias/eleicoes,pt-tenta-tirar-post-de-publicacao-do-ar-e-aecio-afirma-que-e-censura,1582093O material jornalístico produzido pelo Estadão é protegido por lei. Para compartilhar este conteúdo, utilize o link:http://politica.estadao.com.br/noticias/eleicoes,pt-tenta-tirar-post-de-publicacao-do-ar-e-aecio-afirma-que-e-censura,1582093O percentual de eleitores que ficaram indecisos ou que não responderam a pesquisa foi de 7% e outros 6% falaram que não rejeitam nenhum dos dois candidatos

Pesquisa divulgada nesta sexta-feira pelo Multidados aponta o candidato do PSDB, Aécio Neves, na frente da candidata à reeleição, Dilma Rousseff (PT), em relação à preferência de votos dos eleitores mineiros. No levantamento estimulado, o tucano foi escolhido por 49% dos entrevistados. Dilma recebeu 38% da preferência. O percentual de eleitores que ficaram indecisos ou que não responderam a pesquisa foi de 7% e outros 6% falaram que não rejeitam nenhum dos dois candidatos.
Perguntados sobre qual dos candidatos deverá vencer o segundo turno das eleições, 46% dos entrevistados apontaram Aécio, enquanto 37% afirmaram que Dilma continuará governando pelos próximos quatro anos. O levantamento foi feito entre 20 e 22 de outubro e foram ouvidos 1.254 eleitores, em 85 municípios mineiros. A margem de erro é de 2,8 pontos para mais ou para menos. O registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) é BR-01172/2014.

A Multidados perguntou sobre a imagem que os eleitores tem dos candidatos. Sobre o tucano, 13% disseram ter uma ótima imagem; 47% uma imagem boa; 12%, regular; 8%, ruim; e 15% afirmaram ter uma imagem péssima de Aécio. Em relação à imagem da presidente Dilma, 10% avaliaram como ótima; 38% como boa; 22%, regular; 11%, ruim; e 17% afirmaram que sua imagem é péssima
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Coligação pró-Aécio divulga nota cobrando apuração de denúncias veiculadas na Revista Veja

A Coligação Muda Brasil e os partidos Solidariedade (SD), Partido Popular Socialista (PPS) e Partido Socialista Brasileiro (PSB), apoiadores de Aécio Neves, candidato tucano à presidência da República, manda nota para o Blog cobrando  apuração de denúncias veiculadas nesta sexta-feira pela Revista Veja. Confira:
NOTA
As declarações prestadas pelo doleiro Alberto Yousseff para a Polícia Federal e para a Procuradoria da República, reveladas pela Revista Veja, são extremamente graves e exigem das autoridades e das instituições públicas ações efetivas para uma rápida e eficaz investigação dos fatos.
Não só a normalidade das eleições é colocada sob suspeita quando se aponta a possibilidade de uma campanha eleitoral ser irrigada com milhões de reais de origem ilícita, mas, também, e principalmente, a legitimidade dos Poderes constituídos e da democracia brasileira.
Diante desta realidade, no dia de hoje (24/10), o PSDB está apresentando junto à Procuradoria Geral da República representação para que as investigações dos fatos narrados pelo investigado e delator Alberto Yousseff sejam aprofundadas, para se apurar a prática dos crimes de corrupção ativa e passiva, peculato, lavagem de dinheiro, prevaricação e formação de quadrilha ou bando (associação criminosa), dentre outros.
Na representação também se pede, diante da excepcionalidade dos fatos, por sua gravidade e consequências ao país, que as investigações se realizem com prioridade, para que as respostas aos cidadãos brasileiros se deem no menor prazo possível.
Neste momento em que os procederes da Presidente da República, Dilma Rousseff, e do ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva são colocados em dúvida, é preciso que as instituições públicas, notadamente a Polícia Federal, o Ministério Público e o Congresso Nacional, cumpram seus papéis institucionais para resgatar, no menor prazo possível, a confiança do povo brasileiro.
* Carlos Sampaio
Coordenador Jurídico da Coligação Muda Brasil.

Começa debate da Globo; Revista Veja é o centro

eleições 2014 2t debate globo início
Começou há pouco o debate da Globo entre os candidatos à Presidência da República, Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB).
Aécio cobra de Dilma a denúncia da Veja, sobre acusação que ela e Lula sabiam da corrupção na Petrobras. Diz que revista faz denúncia sem provas. Aécio rebate e afirma que denúncia veio da delação premiada.

Aécio critica financiamento de porto em Cuba

eleições 2014 2t debate globo aécio
Aécio denuncia financiamento do governo brasileiro para a construção de um porto em Cuba. Financiamento é sigiloso e fere prazo de pagamento, ao invés de 12 anos para 25 anos. 

AÉCIO AFIRMA QUE TIRAR O PT DO GOVERNO ACABA COM A CORRUPÇÃO

AÉCIO AFIRMA, NO DEBATE, QUE TIRAR O PT DO GOVERNO PÕE FIM À CORRUPÇÃO
aecio debate globo by andre mourao
Aécio Neves se mostrou mais confiante e preparado, durante o debate na Rede Globo
O candidato do PSDB a presidente da República, Aécio Neves, provocou a primeira reação do público, que irrompeu em aplausos, ao afirmar durante debate na Rede Globo que “a medida para acabar a corrupção é tirar o PT do governo”. Os aplausos foram interrompidos pela advertência do apresentador William Bonner e pelos apupos do grupo petista.
Já na primeira pergunta, Aécio questionou Dilma (PT) sobre a denúncia da revista Veja de que ela e o ex-presidente Lula teriam conhecimento sobre o suposto esquema de desvios na Petrobras. Para abrir a pergunta, Aécio afirmou que essa foi “a campanha mais sórdida” da história democrática do País e voltou a colar sua imagem ao candidato morto em acidente aéreo, Eduardo Campos (PSB), e a Marina Silva (PSB), dizendo que foram todos vítimas de calúnias e difamação promovidas pelo PT.
Dilma respondeu em linha semelhante ao que havia feito ao longo do dia, no programa eleitoral e nas redes sociais. Disse que a revista Veja faz oposição sistemática a seu governo e que seus eleitores sabem disso. “Essa revista tenta dar golpe eleitoral e não é a primeira vez. O povo não é bobo, candidato, o povo sabe que está sendo manipulada a informação porque não há nenhuma prova”, afirmou Dilma, que acusou Aécio de “endossar” a estratégia da revista. Dilma repetiu ainda que irá à Justiça para se defender.
Aécio, por sua vez, respondeu embasando a denúncia da reportagem argumentando que a delação premiada, por meio da qual surgiu a informação questionada por Dilma, só traz benefício ao delator se forem apresentadas provas. O tucano citou também reportagem da revista IstoÉ que fala do nível da campanha presidencial. Aécio emendou mais reclamações contra a campanha petista, citando carros de som no Rio que teriam divulgado que quem votasse 45 seria automaticamente desligado do Bolsa Família.
Dilma usou uma de suas expressões marcantes nos debates e se disse “estarrecida” com o fato de Aécio achar que ela cercearia a imprensa. “Eu, na minha vida pública, jamais persegui jornalistas. Tenho respeito pela liberdade de imprensa porque vivi tempos escuros deste País”, afirmou Dilma em crítica velada ao tucano. Dilma disse ainda, em referência à Veja e à IstoÉ, que todos sabem “pra quem elas fazem campanha”.
O debate é dividido em quatro blocos. Nos primeiro e no terceiro, os candidatos eles fizeram perguntas um para o outro, com tema livre. No segundo e no quarto, eleitores indecisos dirigem perguntas aos presidenciáveis. No último, os candidatos fazem suas considerações finais.
Ao responder a pergunta da eleitora indecisa Carla, de Curitiba, Aécio afirmou: “O Brasil envelhece, mas não tem hoje serviço e a proteção necessária aos idosos. Nós vamos rever o fator previdenciário para que não puna, como vem punindo, a renda dos aposentados. E melhorar a vida do aposentado, como por exemplo incluindo a cesta de remédios na aposentadoria”. 
Sobre a pergunta sobre políticas sociais para idosos, Dilma afirmou: ”Quem criou o fator  previdenciário? O governo do PSDB, sendo líder o senador. Na época eu acho que ele era deputado.  Quando o País ficar cheio de idosos, quem vai pagar, como sempre, o pessoal que está na ativa.  Quando se abre a discussão do fator previdenciário, precisamos abrí-la para as centrais sindicais”.

AÉCIO FALA EM CENSURA E PSDB EM EXTINÇÃO DO PT

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Em desvantagem na corrida eleitoral, segundo as pesquisas Datafolha e Ibope, a candidatura do senador Aécio Neves (PSDB-MG) radicalizou o discurso contra a presidente Dilma Rousseff e o PT; documento assinado pelo coordenador jurídico Carlos Sampaio dá ares de verdade à denúncia de Veja, que a própria revista admite não conter provas, e afirma que os crimes narrados podem levar à "extinção do Partido dos Trabalhadores"; o candidato Aécio disse ainda que a presidente Dilma tenta "censurar" a publicação da família Civita; radicalização política sinaliza que os perdedores, quaisquer que sejam, não aceitarão a derrota; tempos sombrios pela frente

A disputa presidencial no Brasil pode não terminar neste domingo. Caso venha a ser derrotado, o PSDB sinaliza que irá insistir numa espécie de "terceiro turno". Em entrevista nesta sexta-feira, o candidato Aécio Neves (PSDB-MG) afirmou que irá ingressar com ação judicial contra a presidente Dilma Rousseff, em razão de reportagem publicada por Veja nesta sexta-feira – a denúncia não tem provas, segundo a própria revista, e acusa tanto Dilma quanto Lula de saberem de tudo na Petrobras.
De acordo com Aécio, a resposta de Dilma às denúncias é a censura. "Essa revelação, de que Dilma e Lula conheciam o esquema de corrupção, é extremamente grave. Sabemos que a delação premiada só garante benefícios ao denunciante se for comprovada suas afirmações. O Supremo Tribunal Federal já homologou as denúncias anteriores de Youssef e caminha para homologar mais esta denúncia", disse ele, que antecipou medidas judiciais. "Eu determinei que hoje mesmo o PSDB ingresse na Procuradoria Geral da República, solicitando que essas investigações sejam aprofundadas em virtude da gravidade do tema".
Antes disso, uma nota assinada pelo coordenador jurídico da campanha de Aécio, deputado Carlos Sampaio (PSDB-SP), relatou as providências judiciais que serão tomadas e que, segundo ele, deveriam levar até à extinção do Partido dos Trabalhadores.
Leia abaixo:
COLIGAÇÃO MUDA BRASIL
Nota Oficial
A revista Veja que chegou às bancas, nesta sexta-feira (24/10), divulgou reportagem em que cita trechos do depoimento prestado pelo doleiro Alberto Youssef no âmbito da Operação Lava Jato e de sua delação premiada, acordada entre a Polícia Federal e o Ministério Público Federal.
Dentre as informações citadas pelo doleiro, há graves acusações de que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a atual presidente da República e candidata à reeleição, Dilma Vana Rousseff, ambos do Partido dos Trabalhadores (PT) tinham pleno conhecimento das irregularidades ocorridas na Petrobras, dentre as quais o desvio de recursos da empresa, o pagamento de propinas (que, segundo o delator, era feita a mando do Partido dos Trabalhadores para parlamentares de sua base aliada) e o superfaturamento de obras para viabilizar tais desvios.
Além disso, são mencionadas operações milionárias ilegais feitas a pedido do tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, o que revela a relação direta das operações criminosas investigadas com as ações do partido em benefício de seus maiores expoentes, Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff.
Conforme narrado pelo doleiro e de acordo com a reportagem divulgada, um dos fatos mais graves diz respeito ao contato de um dos coordenadores da campanha à reeleição da atual Presidente Dilma Vana Rousseff com o doleiro Alberto Youssef, requerendo a repatriação de R$ 20 milhões que se encontravam em uma das contas do PT no exterior e que teria como destino a campanha presidencial do partido.
Ainda segundo Youssef, ele era o operador das contas correntes mantidas pelo PT no exterior, sendo o responsável por seu abastecimento — com parte de recursos desviados da Petrobras, por exemplo — e por sua operação. Ainda de acordo com a reportagem, tal operação não teria sido concluída pelo Sr. Alberto Youssef única e exclusivamente porque foi preso antes de concluir a operação.
Tais fatos são por si só graves e indicam, caso confirmados, o cometimento de diversos crimes pelos dirigentes do PT.
Lavagem de dinheiro (Lei nº 9.613/98, Art. 1º: Ocultar ou dissimular a natureza, origem, localização, disposição, movimentação ou propriedade de bens, direitos ou valores provenientes, direta ou indiretamente, de infração penal);
- Corrupção passiva (Código Penal, artigo 317);
- Corrupção ativa (Código Penal, artigo 333);
- Peculato (Código Penal, art. 312);
- Prevaricação (Código Penal, art. 319);
- Crimes contra a ordem econômica tipificados na Lei nº 8.137/90, decorrentes da ocultação de contas e valores no exterior.
Vale dizer que, ao se confirmar que todas as infrações narradas pelo doleiro ocorriam com o conhecimento dos Srs. Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Vana Rousseff, há que se realizar um aprofundamento das investigações para verificar a sua participação nos ilícitos, seja como partícipes, co-autores ou beneficiários. Importante ressaltar que, de qualquer forma, há responsabilidade criminal a ser perquirida.
Por fim, é necessário apurar se a repatriação de recursos financeiros do exterior se concretizou, ainda que por meio de outro operador, pois, caso se confirme o ingresso de R$ 20 milhões de recursos ilegais em benefício da campanha de Dilma Rousseff, restará caracterizado o abuso de poder econômico nestas eleições. Além disso, a obtenção de recursos de procedência estrangeira por partido político poderá levar à extinção do Partido dos Trabalhadores.
Por essas razões, ingressaremos com Representação Criminal perante a Procuradoria Geral da República requerendo o aprofundamento das investigações.
Carlos Sampaio
Coordenador Jurídico da Coligação Muda Brasil